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	<title>Comentários sobre Pé Na Estrada</title>
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	<description>Bem Vindo ao Mundo Jocumeiro</description>
	<lastBuildDate>Thu, 12 Jan 2012 13:04:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre Satanizaram o Natal por Tiago Scaffo</title>
		<link>http://www.jocumeiros.com/satanizaram-o-natal/comment-page-1#comment-964</link>
		<dc:creator>Tiago Scaffo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 13:04:11 +0000</pubDate>
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		<description>É por isso que a igreja cristã vai de mal a pior. O natal nunca foi e nunca será uma festa cristã. Só para começar farei uma pergunta a você que está lendo: Você comemora seu aniversário ou o aniversário de alguém fora da data? Bom, eu acho que ninguém comete esse equívoco. Na verdade não há nenhum respaldo bíblico para comemoração de aniversário, mas isso já é outro assunto. A questão aqui é o natal. Eu acho impressionante os argumentos que usam para defender essa festa, como por exemplo: &quot;Boicotar as festas cristãs mais importantes como o Natal e a Páscoa é boicotar-se a si mesmo, perder uma boa oportunidade para falar de Cristo, abraçar pessoas, espalhar fraternidade e carinho numa época em que as pessoas se voltam automaticamente umas para as outras.&quot; Boicote? Perder oportunidade? Espalhar fraternidade e carinho? Não há boicote, há oportunidade todos os dias para falar do amor de Cristo, e espalhar fraternidade e carinho é o que devemos fazer sempre como cristãos. E lembre-se que o assunto é sobre o Natal e não sobre a Páscoa. Mas pense: se devemos comemorar o natal por uma questão cultural devemos também comemorar o carnaval, não acha? Afinal, é culturta brasileira. Chega a ser engraçado. 

A maioria das pessoas supõem muitas coisas a respeito do Natal coisas que realmente não são certas. Não fiquemos nas suposições, busquemos os fatos. O que dizem as Enciclopédias? Leia: A festa do Natal teve sua origem na Igreja Católica Romana e desta se estendeu ao protestantismo e ao resto do mundo. Mas em que se inspirou a Igreja Católica? Não foi nos ensinamentos do Novo Testamento. Não foi na Bíblia e nem nos apóstolos que foram instruídos pessoalmente por Jesus. O Natal se introduziu na Igreja durante o século IV proveniente do paganismo. Sendo que a celebração do Natal foi introduzida no mundo pela Igreja Católica e não tem outra autoridade senão ela mesma. Vejamos o que diz a respeito a Enciclopédia Católica (edição de 1911): 

&quot;A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja. Os primeiros indícios dela são provenientes do Egito. Os costumes pagãos relacionados ao inicio do ano se concentram na festa do Natal&quot;. 

Na mesma enciclopédia encontramos que Orígenes, um dos chamados pais da Igreja, reconheceu a seguinte verdade: &quot;... não vemos nas Escrituras alguém que haja celebrado uma festa ou um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram nesse mundo&quot;. 

A Enciclopédia Britânica (edição de 1946) diz: &quot;O Natal não constava entre as antigas festividades da Igreja. Não foi instituída por Jesus Cristo nem pelos apóstolos, nem pela autoridade bíblica. Foi tomada mais tarde do paganismo&quot;.

A Enciclopédia Americana (edição de 1944) diz: &quot;O Natal de acordo com muitas autoridades, não se celebrou nos primeiros séculos da Igreja Cristã. O costume do cristianismo não era celebrar o nascimento de Jesus Cristo, mas sua morte. (A comunhão instituída por Jesus no Novo Testamento é uma comemoração da Sua morte).

Em memória do nascimento de Cristo se instituiu uma festa no século IV. No século V, a Igreja Oriental deu ordem de que fosse celebrada para sempre e no mesmo dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo&quot;.

Tomemos nota deste fato importante. Estas autoridades históricas demonstram que durante os três primeiros séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa foi introduzida na Igreja Romana no século IV e, somente no século V, estabelecida oficialmente como festa cristã.

Em Jeremias 40:2-6, Isaías 44:14-17, Oséias 4:13 e Deut. 16:21, vemos que os povos, desde a antigüidade, possuíam o costume de utilizar a madeira bem como as árvores, com fins de idolatria. Muitas dessas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro, símbolo natalino, possui a mesma conotação .

&quot;Assim diz o Senhor : Não aprendais os caminhos dos gentios (pagãos)... Porque os costumes dos povos são vaidade...&quot; (Jr 10:2-3).

Pesquisem mais e deixemos para trás esse mundo que já está no maligno!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É por isso que a igreja cristã vai de mal a pior. O natal nunca foi e nunca será uma festa cristã. Só para começar farei uma pergunta a você que está lendo: Você comemora seu aniversário ou o aniversário de alguém fora da data? Bom, eu acho que ninguém comete esse equívoco. Na verdade não há nenhum respaldo bíblico para comemoração de aniversário, mas isso já é outro assunto. A questão aqui é o natal. Eu acho impressionante os argumentos que usam para defender essa festa, como por exemplo: &#8220;Boicotar as festas cristãs mais importantes como o Natal e a Páscoa é boicotar-se a si mesmo, perder uma boa oportunidade para falar de Cristo, abraçar pessoas, espalhar fraternidade e carinho numa época em que as pessoas se voltam automaticamente umas para as outras.&#8221; Boicote? Perder oportunidade? Espalhar fraternidade e carinho? Não há boicote, há oportunidade todos os dias para falar do amor de Cristo, e espalhar fraternidade e carinho é o que devemos fazer sempre como cristãos. E lembre-se que o assunto é sobre o Natal e não sobre a Páscoa. Mas pense: se devemos comemorar o natal por uma questão cultural devemos também comemorar o carnaval, não acha? Afinal, é culturta brasileira. Chega a ser engraçado. </p>
<p>A maioria das pessoas supõem muitas coisas a respeito do Natal coisas que realmente não são certas. Não fiquemos nas suposições, busquemos os fatos. O que dizem as Enciclopédias? Leia: A festa do Natal teve sua origem na Igreja Católica Romana e desta se estendeu ao protestantismo e ao resto do mundo. Mas em que se inspirou a Igreja Católica? Não foi nos ensinamentos do Novo Testamento. Não foi na Bíblia e nem nos apóstolos que foram instruídos pessoalmente por Jesus. O Natal se introduziu na Igreja durante o século IV proveniente do paganismo. Sendo que a celebração do Natal foi introduzida no mundo pela Igreja Católica e não tem outra autoridade senão ela mesma. Vejamos o que diz a respeito a Enciclopédia Católica (edição de 1911): </p>
<p>&#8220;A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja. Os primeiros indícios dela são provenientes do Egito. Os costumes pagãos relacionados ao inicio do ano se concentram na festa do Natal&#8221;. </p>
<p>Na mesma enciclopédia encontramos que Orígenes, um dos chamados pais da Igreja, reconheceu a seguinte verdade: &#8220;&#8230; não vemos nas Escrituras alguém que haja celebrado uma festa ou um grande banquete no dia do seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram nesse mundo&#8221;. </p>
<p>A Enciclopédia Britânica (edição de 1946) diz: &#8220;O Natal não constava entre as antigas festividades da Igreja. Não foi instituída por Jesus Cristo nem pelos apóstolos, nem pela autoridade bíblica. Foi tomada mais tarde do paganismo&#8221;.</p>
<p>A Enciclopédia Americana (edição de 1944) diz: &#8220;O Natal de acordo com muitas autoridades, não se celebrou nos primeiros séculos da Igreja Cristã. O costume do cristianismo não era celebrar o nascimento de Jesus Cristo, mas sua morte. (A comunhão instituída por Jesus no Novo Testamento é uma comemoração da Sua morte).</p>
<p>Em memória do nascimento de Cristo se instituiu uma festa no século IV. No século V, a Igreja Oriental deu ordem de que fosse celebrada para sempre e no mesmo dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo&#8221;.</p>
<p>Tomemos nota deste fato importante. Estas autoridades históricas demonstram que durante os três primeiros séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa foi introduzida na Igreja Romana no século IV e, somente no século V, estabelecida oficialmente como festa cristã.</p>
<p>Em Jeremias 40:2-6, Isaías 44:14-17, Oséias 4:13 e Deut. 16:21, vemos que os povos, desde a antigüidade, possuíam o costume de utilizar a madeira bem como as árvores, com fins de idolatria. Muitas dessas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro, símbolo natalino, possui a mesma conotação .</p>
<p>&#8220;Assim diz o Senhor : Não aprendais os caminhos dos gentios (pagãos)&#8230; Porque os costumes dos povos são vaidade&#8230;&#8221; (Jr 10:2-3).</p>
<p>Pesquisem mais e deixemos para trás esse mundo que já está no maligno!</p>
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		<title>Comentário sobre Satanizaram o Natal por Junior</title>
		<link>http://www.jocumeiros.com/satanizaram-o-natal/comment-page-1#comment-962</link>
		<dc:creator>Junior</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 21:49:27 +0000</pubDate>
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		<description>Todos os cristãos deveriam ler isso!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os cristãos deveriam ler isso!</p>
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		<title>Comentário sobre Nosso Encontro com o Dom por Braulia Ribeiro</title>
		<link>http://www.jocumeiros.com/nosso-encontro-com-o-dom/comment-page-1#comment-961</link>
		<dc:creator>Braulia Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 20:39:01 +0000</pubDate>
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		<description>OI Julio

Nao publiquei seu comentário, por uma questao de espaço. Tambem nao entendi o que todo este material sobre a Inquisição e ser católico tem a ver com meu artigo. Me desculpe a falta. Normalmente publicamos tudo, porque gostamos do debate.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OI Julio</p>
<p>Nao publiquei seu comentário, por uma questao de espaço. Tambem nao entendi o que todo este material sobre a Inquisição e ser católico tem a ver com meu artigo. Me desculpe a falta. Normalmente publicamos tudo, porque gostamos do debate.</p>
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		<title>Comentário sobre Nosso Encontro com o Dom por julio cesar</title>
		<link>http://www.jocumeiros.com/nosso-encontro-com-o-dom/comment-page-1#comment-957</link>
		<dc:creator>julio cesar</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 00:16:41 +0000</pubDate>
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		<description>DOCUMENTOS &gt; D. ESTÊVÃO BETTENCOURT 

27 Razões para não ser católico - Por um anônimo 


Revista: &quot;PERGUNTE E RESPONDEREMOS&quot;

D. Estevão Bettencourt, Osb

Nº 523, Ano 2006, p. 43

 Em síntese: O presente artigo responde ao questionamento apresentado por um irmão protestante, que nada de novo diz. As respostas dadas ao irmão poderão ser úteis a quantos fiéis católicos se vêem assediados por objeções - às vezes caluniosas - de irmãos separados.

Eis o que escreve o interlocutor anônimo:

1. &quot;Ele me salvou&quot;

&quot;1. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, primeiramente porque Jesus Cristo salvou-me de meus pecados (Mt 1, 21), garantindo-me a remissão por Sua graça (Ef 1, 7), ao arrepender-me (Lc 13, 3; At 3, 19;  11.18) e crer em seu sacrifício na Cruz do Calvário (At 20, 21; Rm 3, 26). Assim o Senhor me fez uma nova criatura (Jo 3, 3-6; 2 Co 5, 17; Ez 36, 26) e seu filho (Jo 1, 12; Rm 8, 14-17; 1 Jo 3, 1), para que hoje eu pudesse glorificá-lo através da minha vida e testemunhar aos outros acerca de tão grande salvação que me foi concedida pelo Filho de Deus (ver Gl 2, 20; Ef 2, 10; Hb 13, 15-16; 1Pd 2. 5, 9-10; Mc 16, 15; Rm 10, 13-15)&quot;.

Nesta passagem chama-nos a atenção o caráter individualista da locução: as partículas &quot;eu, me, a mim&quot; voltam constantemente como se o Cristianismo fosse algo do foro privado. - Ora tal atitude é profundamente antibíblica; sim, Jesus fala da &quot;minha Igreja&quot; com sua hierarquia (cf. Mt 16, 16-19; 18, 18). Ser cristão é ser membro do Corpo de Cristo Cabeça (cf. 1Cor 12, 12-21), é ser ramo do tronco de videira, que é Cristo (cf. Jo 15, 1-5).

O protestantismo põe de lado o sacramento da Igreja, fazendo do indivíduo autor do seu Credo em consequência do princípio do livre exame da Bíblia. Esse subjetivismo redunda no relativismo que tanto caracteriza o pensamento contemporâneo.

2. Somente a Escritura

&quot;2. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque creio na Suprema Autoridade das Escrituras, como única regra de fé e prática (Sl 19, 7-8; Sl 119, 105; ls 8, 20; Mt 22, 29; Lc 16, 29; Jo 5, 39; 10, 35; Jo 17, 17; Rm 15, 4; At 15, 15; 17, 11; 24, 14; 2Tm 2, 15; 3, 15-17; 2Pd 1, 19-21). Esta autoridade das Escrituras deriva de sua divina inspiração (2Tm 3, 16) e de sua revelação que &quot;não foi dada por vontade humana&quot; (2Pd 1, 21), o que lhe garante evidente proeminência&quot;.

Os católicos também seguem a Bíblia, e a seguem mais fielmente do que seus irmãos protestantes. Sim, aceitam a Bíblia quando ela diz que nem tudo o que Jesus fez está consignado no Livro Sagrado; ver Jo 20, 30s; 21, 24s. A própria Bíblia manda seguir a mensagem transmitida por via oral (cf. 2Tm 2, 2) sem restrição que subordine a palavra oral à escrita. Como se compreende, não se trata de qualquer tradição, mas de Tradição divino-apostólica, que começa com Jesus e os Apóstolos. Sem o acompanhamento dessa Palavra oral, a Bíblia se torna um livro que os homens estraçalham, dele deduzindo as mais contraditórias e estranhas teorias, como acontece no Protestantismo dividido e subdividido por falta de um referencial na leitura das Escrituras. Tenha-se em vista, por exemplo, o seguinte conjunto de palavras sem pontuação (como era praxe entre os antigos):

RESSUSCITOU NÃO ESTÁ AQUI

Estas palavras podem ser lidas em dois sentidos:

RESSUSCITOU. NÃO ESTÁ AQUI.

RESSUSCITOU? NÃO! ESTÁ AQUI.

É o tom de voz ou a palavra oral que vai definir o significado da escrita.

Donde se vê que a Bíblia não pode ser lida independentemente da Tradição oral, que lhe é anterior, a berçou e a acompanha através dos séculos. Entende-se que, para distinguir das muitas tradições a autêntica Tradição, haja uma instância abalizada, que, no caso, é o magistério da Igreja, a quem Jesus prometeu sua assistência infalível (cf. Mt 28, 19-20; 18, 18; Lc 22, 31s).

3. Calvário e Eucaristia

&quot;3. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque eu creio na plena consumação do Sacrifício de Cristo. Isto significa dizer que eu creio que Cristo morreu pelos nossos pecados de uma vez por todas (1Cor 15, 3; 1Pd 2, 24; Hb 10, 10; cf. 9, 11-12); não sendo necessário (Hb 7, 27; 9, 26; 10, 14.18) e nem mesmo possível (Hb 9, 27-28) renovar ou perpetuar este sacrifício irrepetível, segundo a pretensão a que se realizam as missas católicas&quot;.

O irmão protestante tem razão ao lembrar que Cristo morreu uma vez por todas e já não pode morrer. Por isto a Missa não repete nem renova o sacrifício do Calvário, mas o torna presente ou o perpetua. E isto, para que a Igreja ou os fiéis possam tomar parte na entrega de Cristo ao Pai. Ser cristão não é apenas seguir um Mestre, mas é comungar com a vida de Cristo Cabeça - o que se faz mediante os sacramentos, dos quais a Eucaristia é o principal. Foi assim que as gerações cristãs durante quinze séculos entenderam as palavras de Cristo, que na última ceia entregou aos discípulos o seu corpo e o seu sangue &quot;para a remissão dos pecados&quot;. Segundo o protestantismo, tal entendimento terá sido falso, de modo que só após Lutero no século XVI se entende corretamente a intenção de Jesus na última ceia. Ora dizer isto equivale a acusar o Senhor de haver esquecido a sua Igreja a quem prometeu perpétua assistência (cf. Mt 28, 20). Será lícito acusar de negligência Jesus e seu Santo Espírito? Pergunta-se: quem errou - Jesus ou Lutero e o protestantismo?

4. Fé e obras

&quot;4. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Escrituras nos ensinam repetidas vezes que a salvação é pela graça e exclusivamente por meio da fé (Jo 1, 12; 3, 15-16; 36; 5, 24; 6, 28-29, 39-40, 47; 11, 25-26; 20, 31; At 10, 43; 13, 39; 15, 11; 16, 31; Rm 1, 16-17; 3, 22-26, 28, 30; Rm 4, 5-8; 5, 1-2; 5, 15-21; 6, 23; 10, 10-11; 1Cor 1, 21; Gl 2, 16; Gl 3, 8; 11; Fp 3, 9; Ef 1, 6-7, 13-14; 2, 8-9; 2Tm 1, 9; 3, 15; 1Pd 2, 6; 1Jo 5, 13; Ap 21, 6; 22, 17) e que as boas obras apenas evidenciam a fé salvífica (Gl 5, 6; 22-23; Tt 2, 14; 3, 8; Tg 2, 18; Ef 2, 10), sendo consequência e não causa de salvação. Além disso, as Sagradas Escrituras encerram dentro de uma impossibilidade a hipótese estapafúrdia de que a salvação poderia vir em parte pela graça e em parte pelas obras - como desejaria o Romanismo -, pois o apóstolo Paulo afirma que &quot;Se é pela graça, já não é pelas obras do contrário, a graça já não é graça&quot; (Rm 11, 6; compare com Ef 2, 9; Tt 3, 5-7).

Na tentativa de amenizar a contradição existente entre a doutrina bíblica e a teologia papista, os católicos romanos, mediante uma interpretação débil e que despreza a exegese bíblica, normalmente citam Tg 2, 18-26 em contraposição a Rm 3-5, como se a verdade das Sagradas Escrituras fosse auto-refutante. Porém, eles é que estão equivocados em sua deturpação (2Pd 3, 16) por omitirem o fato de que o apóstolo Paulo está se referindo unicamente à justificação diante de Deus (ver Gl 3, 11), enquanto o apóstolo Tiago está se referindo à justificação diante dos homens (cf. Tg 2, 18: &quot;...mostra-me a tia fé... te mostrarei a minha fé pelas minhas obras&quot;), cujo significado é vindicar e na qual as obras testificam diante dos homens a existência da fé verdadeira (cf. Tg 2, 14-18), sendo [meramente] frutos da mesma - algo coerente com as demais Escrituras (cf. Ef 2, 10 Gl 5, 6)&quot;.

Não se pode ler São Paulo sem ler também São Tiago

São Paulo tem em vista a entrada na graça ou a passagem do estado de pecado para o de amigo de Deus; é o que se chama &quot;justificação&quot;, fazer justo, amigo de Deus. Isto ocorre gratuitamente, sem que o homem o mereça por suas obras boas.

São Tiago considera uma comunidade que foi justificada e tem fé, mas é inerte, não praticando os ditames que a fé recomenda; esses cristãos têm uma fé morta, como a do demônio, que crê, mas estremece, porque a sua fé sem obras correspondentes não o salva. Por conseguinte. São Tiago exige boas obras da parte dos crentes não apenas como manifestação da fé, mas como o necessário desabrochamento da fé.

Com outras palavras: São Paulo tem em mira a entrada na vida cristã, ao passo que São Tiago visa a perseverança na mesma. Distingam-se uma da outra justificação e salvação. Alguém pode ser justificado, mas não será salvo se não perseverar na graça recebida ou se na última hora não estiver na graça de Deus que frutifica em boas obras.

Como se vê, as boas obras não são efetuadas independentemente da graça divina, mas são o efeito desta, de tal modo que S. Agostinho podia dizer: &quot;Deus em nós coroa os seus méritos&quot;.

5. Cristo e os Santos

&quot;5. MÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Escrituras enfatizam que apenas o Soberano e Eterno Senhor - que não divide a Sua glória (Is 42, 8; 48, 11: &#039;A minha glória não darei a outrem&#039;) - deve ser cultuado. O Senhor Jesus Cristo disse e está escrito: &#039;Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto&#039; (Mt 4, 10 e Lc 4, 8; veja também Ap 4, 11; 5, 12; 14, 7; 19, 10; 22, 9; 1Cr 16, 29; Sl 96, 9). Perante estas palavras do Senhor e tal ensinamento bíblico referente ao culto exclusivo a Deus, que os cristãos bíblicos preservam e devem preservar, certamente eu jamais poderia concordar com a Mariolatria (devidamente refutada por Jesus em Lc 11, 27-28; veja também Mt 12, 48-50; Mc 3, 33-35) e o culto aos santos, o qual foi recusado até mesmo pelos apóstolos (At 3, 12ss; 10, 25-26; 14, 14-15)&quot;.

É certo que Deus Eterno e Absoluto não pode tolerar outro Eterno e Absoluto ao seu lado; isto seria ilógico. Mas Ele pode - e quer - dar às suas criaturas a graça de ser carnais ou instrumentos da sua ação santificadora; tais são os Santos; por sua intercessão junto ao Pai colaboram com Cristo na salvação dos irmãos, sem diminuir de modo algum a grandeza do ministério de Cristo Sacerdote. Esta verdade pode ser ilustrada pela imagem do professor, que não guarda egoisticamente o seu saber, mas o comunica aos discípulos; assim tem origem muitos sábios sem que o professor perca algo da sua sabedoria. Tal gesto não empobrece, mas, ao contrário, nobilita o professor - Ora algo de análogo se dá com Cristo e os Santos. Estes são venerados e não adorados, como venerados são pai e mãe, como venerado (não adorado) é Tiradentes no dia 21 de abril.

De resto, já os judeus no Antigo Testamento tinham consciência de que os justos no além intercedem por seus irmãos militantes na terra; cf. 2Mc 15, 12-15. É de notar que Lutero, adotando o catálogo bíblico de Jâmnia, retirou da Bíblia, entre outros, os dois livros dos Macabeus.

Em Lc 11, 27 Maria SSma. Não é excluída da bem-aventurança proclamada por Jesus, mas incluído porque ouviu a Palavra de Deus e a pôs em prática por excelência.

6. As imagens

&quot;6. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Escrituras ensinam de uma forma evidente acerca da proibição divina no que tange ao culto prestado às imagens&quot;.

Já se tem abordado frequentemente este assunto. A Bíblia proíbe as imagens feitas para a adoração ou idolatria; cf. Ex 20, 4-6. Não as proíbe, porém, quando servem ao fiel para se elevar até as realidades transcendentais, passando do visível ao Invisível, de acordo com a índole própria do psiquismo humano. Tenham-se em vista os numerosos querubins que o próprio Javé mandou esculpir no Templo de Salomão; cf. 1Rs 6, 29.

7. Fora da Igreja não há salvação

&quot;7. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque, sabendo que a Palavra de Deus não nos diz que é necessário ser um católico romano para ser salvo (Jo 3, 16-18, 36; 10, 1-11, 27-30; 14, 6; At 16, 31; Rm 10, 9; 1Jo 4, 9; 5, 12). Eu jamais poderia aceitar a pretensão romanista expressa na afirmação de que não há salvação fora da Igreja Católica Romana. Na realidade, quem acrescenta este tipo de condição espúria para a salvação do pecador está pregando um outro Evangelho, ao qual devemos rejeitar (Sl 1, 8)&quot;.

Quem é de Cristo, é também da Igreja de Cristo; não há Cabeça sem corpo, não há tronco de videira sem ramos. O Cristianismo é vivido em comunidade.

Dentre as muitas &quot;Igrejas&quot; cristãs hoje existentes só uma foi fundada diretamente por Cristo, com a promessa da assistência indefectível do Fundador: a Católica, confiada a Pedro e seus sucessores. Esta conserva a sucessão apostólica fiel ao seu primaz, o sacerdócio válido e a Eucaristia.

A pertença à Igreja de Cristo pode ser visível ou invisível. É visível, quando os fiéis professam o mesmo Credo, recebem os mesmos sacramentos e obedecem à mesma hierarquia, como se dá no caso dos católicos praticantes. - A pertença invisível ocorre quando alguém professa e vivencia candidamente um Credo errôneo, acreditando que é o verdadeiro. Deus não revela a fé cristã, mas faz-se presente a tal pessoa mediante a voz da consciência sincera; quem segue fielmente a sua consciência sincera, segue a Deus e pertence invisivelmente à Igreja de Cristo. Quantos são os que assim vivem, só Deus o sabe.

É neste sentido que os católicos entendem o axioma: &quot;Fora da Igreja Católica não há salvação&quot;.

8. O Purgatório

&quot;8. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Escrituras testemunham acerca da eficácia do sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é capaz de nos purificar de &#039;todo pecado&#039; (cf. 1Jo 1, 7). A doutrina bíblica enfatiza que, mediante seu sacrifício vicário, Jesus Cristo a si mesmo se deu por nós, a fim de &#039;remir-nos de toda a iniquidade&#039; (Tt 2, 14; cf. Hb 9, 28; 10, 14; 1Jo3, 5). Tendo sido transpassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades, ao levar sobre si o castigo que nos era devido (Is 53, 5; 1Pd 2, 24 compare com Mt 1, 21; Lc 1, 77; 2Cor 5, 20-21; Jo 1, 29). Por isso, creio que nossos irmãos - aqueles que já estão gozando da presença do Senhor - não estão no céu por terem sido purificados pelo fogo de um suposto purgatório, como supõe os católicos romanos&quot;.

Jesus Cristo, por sua Paixão, morte e ressurreição, nos mereceu o ingresso na vida eterna. Todavia Ele não impõe a salvação; espera, antes, que a criatura a aceite livremente. Esta aceitação tem por termo final a visão de Deus face-a-face. Ora, para chegar a tal termo, requer-se que a criatura elimine da sua alma todo resquício de pecado, pois qualquer sombra de pecado é incompatível com a santidade de Deus... Daí a necessidade que incumbe a cada cristão de eliminar do seu coração toda desordem que nele fica mesmo depois de perdoado o pecado; têm que desaparecer as raízes da impaciência, da maledicência, da preguiça... Esta purificação se faz ou na vida presente mediante a ascese vigilante ou na vida póstuma (no purgatório).

Dir-se-á: mas Cristo já não satisfez por nós, obtendo-nos o perdão dos pecados? - Respondemos que Cristo já nos obteve o perdão, que é dado a quem o pede sinceramente; mas o perdão no foro religioso difere do perdão no foro civil. Neste, quando o juiz declara absolvido o réu, o indivíduo absolvido não deve mais nada à Justiça; continuará sua vida portador das mesmas paixões que o levaram ao crime. No foro religioso o perdão implica o total apagamento das raízes do pecado perdoado,... apagamento que fica a cargo da pessoa absolvida porque a visão de Deus face-a-face o exige. Com outras palavras: o perdão de Deus exige uma renovação ontológica e não fica apenas no foro jurídico.

O purgatório não é um lugar de fogo ardente, mas é um estado de alma, em que o indivíduo se arrepende radicalmente de qualquer desordem cometida no seu relacionamento com Deus. A crença na existência desse estado já era professada pelo povo judeu, do qual passou para os cristãos; ver 2Mc 12, 38-45. Lutero rejeitou tal livro, que se encontrava na Bíblia tradicional.

Conclusão

O panfleto em fico apresenta 19 outras razões para não ser católico; são quase todas iguais entre si e baseiam-se na pretensão de que o protestante segue somente a Bíblia; aceita unicamente argumentos bíblicos para dirimir dúvidas ocorrentes. Peça-se-lhe então que responda pela Bíblia uma questão fundamental de criteriologia: onde é que a Bíblia responde à pergunta: os livros sagrados são 66 (como dizem os protestantes) ou 73 (como dizem os católicos)? Onde é que a Bíblia define o seu catálogo?

Caso não possa responder pela Bíblia, reconheça o irmão que está enganado e deixe de formular objeções contra os católicos &quot;somente a partir da Bíblia&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>DOCUMENTOS &gt; D. ESTÊVÃO BETTENCOURT </p>
<p>27 Razões para não ser católico &#8211; Por um anônimo </p>
<p>Revista: &#8220;PERGUNTE E RESPONDEREMOS&#8221;</p>
<p>D. Estevão Bettencourt, Osb</p>
<p>Nº 523, Ano 2006, p. 43</p>
<p> Em síntese: O presente artigo responde ao questionamento apresentado por um irmão protestante, que nada de novo diz. As respostas dadas ao irmão poderão ser úteis a quantos fiéis católicos se vêem assediados por objeções &#8211; às vezes caluniosas &#8211; de irmãos separados.</p>
<p>Eis o que escreve o interlocutor anônimo:</p>
<p>1. &#8220;Ele me salvou&#8221;</p>
<p>&#8220;1. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, primeiramente porque Jesus Cristo salvou-me de meus pecados (Mt 1, 21), garantindo-me a remissão por Sua graça (Ef 1, 7), ao arrepender-me (Lc 13, 3; At 3, 19;  11.18) e crer em seu sacrifício na Cruz do Calvário (At 20, 21; Rm 3, 26). Assim o Senhor me fez uma nova criatura (Jo 3, 3-6; 2 Co 5, 17; Ez 36, 26) e seu filho (Jo 1, 12; Rm 8, 14-17; 1 Jo 3, 1), para que hoje eu pudesse glorificá-lo através da minha vida e testemunhar aos outros acerca de tão grande salvação que me foi concedida pelo Filho de Deus (ver Gl 2, 20; Ef 2, 10; Hb 13, 15-16; 1Pd 2. 5, 9-10; Mc 16, 15; Rm 10, 13-15)&#8221;.</p>
<p>Nesta passagem chama-nos a atenção o caráter individualista da locução: as partículas &#8220;eu, me, a mim&#8221; voltam constantemente como se o Cristianismo fosse algo do foro privado. &#8211; Ora tal atitude é profundamente antibíblica; sim, Jesus fala da &#8220;minha Igreja&#8221; com sua hierarquia (cf. Mt 16, 16-19; 18, 18). Ser cristão é ser membro do Corpo de Cristo Cabeça (cf. 1Cor 12, 12-21), é ser ramo do tronco de videira, que é Cristo (cf. Jo 15, 1-5).</p>
<p>O protestantismo põe de lado o sacramento da Igreja, fazendo do indivíduo autor do seu Credo em consequência do princípio do livre exame da Bíblia. Esse subjetivismo redunda no relativismo que tanto caracteriza o pensamento contemporâneo.</p>
<p>2. Somente a Escritura</p>
<p>&#8220;2. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque creio na Suprema Autoridade das Escrituras, como única regra de fé e prática (Sl 19, 7-8; Sl 119, 105; ls 8, 20; Mt 22, 29; Lc 16, 29; Jo 5, 39; 10, 35; Jo 17, 17; Rm 15, 4; At 15, 15; 17, 11; 24, 14; 2Tm 2, 15; 3, 15-17; 2Pd 1, 19-21). Esta autoridade das Escrituras deriva de sua divina inspiração (2Tm 3, 16) e de sua revelação que &#8220;não foi dada por vontade humana&#8221; (2Pd 1, 21), o que lhe garante evidente proeminência&#8221;.</p>
<p>Os católicos também seguem a Bíblia, e a seguem mais fielmente do que seus irmãos protestantes. Sim, aceitam a Bíblia quando ela diz que nem tudo o que Jesus fez está consignado no Livro Sagrado; ver Jo 20, 30s; 21, 24s. A própria Bíblia manda seguir a mensagem transmitida por via oral (cf. 2Tm 2, 2) sem restrição que subordine a palavra oral à escrita. Como se compreende, não se trata de qualquer tradição, mas de Tradição divino-apostólica, que começa com Jesus e os Apóstolos. Sem o acompanhamento dessa Palavra oral, a Bíblia se torna um livro que os homens estraçalham, dele deduzindo as mais contraditórias e estranhas teorias, como acontece no Protestantismo dividido e subdividido por falta de um referencial na leitura das Escrituras. Tenha-se em vista, por exemplo, o seguinte conjunto de palavras sem pontuação (como era praxe entre os antigos):</p>
<p>RESSUSCITOU NÃO ESTÁ AQUI</p>
<p>Estas palavras podem ser lidas em dois sentidos:</p>
<p>RESSUSCITOU. NÃO ESTÁ AQUI.</p>
<p>RESSUSCITOU? NÃO! ESTÁ AQUI.</p>
<p>É o tom de voz ou a palavra oral que vai definir o significado da escrita.</p>
<p>Donde se vê que a Bíblia não pode ser lida independentemente da Tradição oral, que lhe é anterior, a berçou e a acompanha através dos séculos. Entende-se que, para distinguir das muitas tradições a autêntica Tradição, haja uma instância abalizada, que, no caso, é o magistério da Igreja, a quem Jesus prometeu sua assistência infalível (cf. Mt 28, 19-20; 18, 18; Lc 22, 31s).</p>
<p>3. Calvário e Eucaristia</p>
<p>&#8220;3. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque eu creio na plena consumação do Sacrifício de Cristo. Isto significa dizer que eu creio que Cristo morreu pelos nossos pecados de uma vez por todas (1Cor 15, 3; 1Pd 2, 24; Hb 10, 10; cf. 9, 11-12); não sendo necessário (Hb 7, 27; 9, 26; 10, 14.18) e nem mesmo possível (Hb 9, 27-28) renovar ou perpetuar este sacrifício irrepetível, segundo a pretensão a que se realizam as missas católicas&#8221;.</p>
<p>O irmão protestante tem razão ao lembrar que Cristo morreu uma vez por todas e já não pode morrer. Por isto a Missa não repete nem renova o sacrifício do Calvário, mas o torna presente ou o perpetua. E isto, para que a Igreja ou os fiéis possam tomar parte na entrega de Cristo ao Pai. Ser cristão não é apenas seguir um Mestre, mas é comungar com a vida de Cristo Cabeça &#8211; o que se faz mediante os sacramentos, dos quais a Eucaristia é o principal. Foi assim que as gerações cristãs durante quinze séculos entenderam as palavras de Cristo, que na última ceia entregou aos discípulos o seu corpo e o seu sangue &#8220;para a remissão dos pecados&#8221;. Segundo o protestantismo, tal entendimento terá sido falso, de modo que só após Lutero no século XVI se entende corretamente a intenção de Jesus na última ceia. Ora dizer isto equivale a acusar o Senhor de haver esquecido a sua Igreja a quem prometeu perpétua assistência (cf. Mt 28, 20). Será lícito acusar de negligência Jesus e seu Santo Espírito? Pergunta-se: quem errou &#8211; Jesus ou Lutero e o protestantismo?</p>
<p>4. Fé e obras</p>
<p>&#8220;4. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Escrituras nos ensinam repetidas vezes que a salvação é pela graça e exclusivamente por meio da fé (Jo 1, 12; 3, 15-16; 36; 5, 24; 6, 28-29, 39-40, 47; 11, 25-26; 20, 31; At 10, 43; 13, 39; 15, 11; 16, 31; Rm 1, 16-17; 3, 22-26, 28, 30; Rm 4, 5-8; 5, 1-2; 5, 15-21; 6, 23; 10, 10-11; 1Cor 1, 21; Gl 2, 16; Gl 3, 8; 11; Fp 3, 9; Ef 1, 6-7, 13-14; 2, 8-9; 2Tm 1, 9; 3, 15; 1Pd 2, 6; 1Jo 5, 13; Ap 21, 6; 22, 17) e que as boas obras apenas evidenciam a fé salvífica (Gl 5, 6; 22-23; Tt 2, 14; 3, 8; Tg 2, 18; Ef 2, 10), sendo consequência e não causa de salvação. Além disso, as Sagradas Escrituras encerram dentro de uma impossibilidade a hipótese estapafúrdia de que a salvação poderia vir em parte pela graça e em parte pelas obras &#8211; como desejaria o Romanismo -, pois o apóstolo Paulo afirma que &#8220;Se é pela graça, já não é pelas obras do contrário, a graça já não é graça&#8221; (Rm 11, 6; compare com Ef 2, 9; Tt 3, 5-7).</p>
<p>Na tentativa de amenizar a contradição existente entre a doutrina bíblica e a teologia papista, os católicos romanos, mediante uma interpretação débil e que despreza a exegese bíblica, normalmente citam Tg 2, 18-26 em contraposição a Rm 3-5, como se a verdade das Sagradas Escrituras fosse auto-refutante. Porém, eles é que estão equivocados em sua deturpação (2Pd 3, 16) por omitirem o fato de que o apóstolo Paulo está se referindo unicamente à justificação diante de Deus (ver Gl 3, 11), enquanto o apóstolo Tiago está se referindo à justificação diante dos homens (cf. Tg 2, 18: &#8220;&#8230;mostra-me a tia fé&#8230; te mostrarei a minha fé pelas minhas obras&#8221;), cujo significado é vindicar e na qual as obras testificam diante dos homens a existência da fé verdadeira (cf. Tg 2, 14-18), sendo [meramente] frutos da mesma &#8211; algo coerente com as demais Escrituras (cf. Ef 2, 10 Gl 5, 6)&#8221;.</p>
<p>Não se pode ler São Paulo sem ler também São Tiago</p>
<p>São Paulo tem em vista a entrada na graça ou a passagem do estado de pecado para o de amigo de Deus; é o que se chama &#8220;justificação&#8221;, fazer justo, amigo de Deus. Isto ocorre gratuitamente, sem que o homem o mereça por suas obras boas.</p>
<p>São Tiago considera uma comunidade que foi justificada e tem fé, mas é inerte, não praticando os ditames que a fé recomenda; esses cristãos têm uma fé morta, como a do demônio, que crê, mas estremece, porque a sua fé sem obras correspondentes não o salva. Por conseguinte. São Tiago exige boas obras da parte dos crentes não apenas como manifestação da fé, mas como o necessário desabrochamento da fé.</p>
<p>Com outras palavras: São Paulo tem em mira a entrada na vida cristã, ao passo que São Tiago visa a perseverança na mesma. Distingam-se uma da outra justificação e salvação. Alguém pode ser justificado, mas não será salvo se não perseverar na graça recebida ou se na última hora não estiver na graça de Deus que frutifica em boas obras.</p>
<p>Como se vê, as boas obras não são efetuadas independentemente da graça divina, mas são o efeito desta, de tal modo que S. Agostinho podia dizer: &#8220;Deus em nós coroa os seus méritos&#8221;.</p>
<p>5. Cristo e os Santos</p>
<p>&#8220;5. MÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Escrituras enfatizam que apenas o Soberano e Eterno Senhor &#8211; que não divide a Sua glória (Is 42, 8; 48, 11: &#8216;A minha glória não darei a outrem&#8217;) &#8211; deve ser cultuado. O Senhor Jesus Cristo disse e está escrito: &#8216;Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto&#8217; (Mt 4, 10 e Lc 4, 8; veja também Ap 4, 11; 5, 12; 14, 7; 19, 10; 22, 9; 1Cr 16, 29; Sl 96, 9). Perante estas palavras do Senhor e tal ensinamento bíblico referente ao culto exclusivo a Deus, que os cristãos bíblicos preservam e devem preservar, certamente eu jamais poderia concordar com a Mariolatria (devidamente refutada por Jesus em Lc 11, 27-28; veja também Mt 12, 48-50; Mc 3, 33-35) e o culto aos santos, o qual foi recusado até mesmo pelos apóstolos (At 3, 12ss; 10, 25-26; 14, 14-15)&#8221;.</p>
<p>É certo que Deus Eterno e Absoluto não pode tolerar outro Eterno e Absoluto ao seu lado; isto seria ilógico. Mas Ele pode &#8211; e quer &#8211; dar às suas criaturas a graça de ser carnais ou instrumentos da sua ação santificadora; tais são os Santos; por sua intercessão junto ao Pai colaboram com Cristo na salvação dos irmãos, sem diminuir de modo algum a grandeza do ministério de Cristo Sacerdote. Esta verdade pode ser ilustrada pela imagem do professor, que não guarda egoisticamente o seu saber, mas o comunica aos discípulos; assim tem origem muitos sábios sem que o professor perca algo da sua sabedoria. Tal gesto não empobrece, mas, ao contrário, nobilita o professor &#8211; Ora algo de análogo se dá com Cristo e os Santos. Estes são venerados e não adorados, como venerados são pai e mãe, como venerado (não adorado) é Tiradentes no dia 21 de abril.</p>
<p>De resto, já os judeus no Antigo Testamento tinham consciência de que os justos no além intercedem por seus irmãos militantes na terra; cf. 2Mc 15, 12-15. É de notar que Lutero, adotando o catálogo bíblico de Jâmnia, retirou da Bíblia, entre outros, os dois livros dos Macabeus.</p>
<p>Em Lc 11, 27 Maria SSma. Não é excluída da bem-aventurança proclamada por Jesus, mas incluído porque ouviu a Palavra de Deus e a pôs em prática por excelência.</p>
<p>6. As imagens</p>
<p>&#8220;6. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Escrituras ensinam de uma forma evidente acerca da proibição divina no que tange ao culto prestado às imagens&#8221;.</p>
<p>Já se tem abordado frequentemente este assunto. A Bíblia proíbe as imagens feitas para a adoração ou idolatria; cf. Ex 20, 4-6. Não as proíbe, porém, quando servem ao fiel para se elevar até as realidades transcendentais, passando do visível ao Invisível, de acordo com a índole própria do psiquismo humano. Tenham-se em vista os numerosos querubins que o próprio Javé mandou esculpir no Templo de Salomão; cf. 1Rs 6, 29.</p>
<p>7. Fora da Igreja não há salvação</p>
<p>&#8220;7. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque, sabendo que a Palavra de Deus não nos diz que é necessário ser um católico romano para ser salvo (Jo 3, 16-18, 36; 10, 1-11, 27-30; 14, 6; At 16, 31; Rm 10, 9; 1Jo 4, 9; 5, 12). Eu jamais poderia aceitar a pretensão romanista expressa na afirmação de que não há salvação fora da Igreja Católica Romana. Na realidade, quem acrescenta este tipo de condição espúria para a salvação do pecador está pregando um outro Evangelho, ao qual devemos rejeitar (Sl 1, 8)&#8221;.</p>
<p>Quem é de Cristo, é também da Igreja de Cristo; não há Cabeça sem corpo, não há tronco de videira sem ramos. O Cristianismo é vivido em comunidade.</p>
<p>Dentre as muitas &#8220;Igrejas&#8221; cristãs hoje existentes só uma foi fundada diretamente por Cristo, com a promessa da assistência indefectível do Fundador: a Católica, confiada a Pedro e seus sucessores. Esta conserva a sucessão apostólica fiel ao seu primaz, o sacerdócio válido e a Eucaristia.</p>
<p>A pertença à Igreja de Cristo pode ser visível ou invisível. É visível, quando os fiéis professam o mesmo Credo, recebem os mesmos sacramentos e obedecem à mesma hierarquia, como se dá no caso dos católicos praticantes. &#8211; A pertença invisível ocorre quando alguém professa e vivencia candidamente um Credo errôneo, acreditando que é o verdadeiro. Deus não revela a fé cristã, mas faz-se presente a tal pessoa mediante a voz da consciência sincera; quem segue fielmente a sua consciência sincera, segue a Deus e pertence invisivelmente à Igreja de Cristo. Quantos são os que assim vivem, só Deus o sabe.</p>
<p>É neste sentido que os católicos entendem o axioma: &#8220;Fora da Igreja Católica não há salvação&#8221;.</p>
<p>8. O Purgatório</p>
<p>&#8220;8. NÃO SOU UM CATÓLICO ROMANO, porque as Sagradas Escrituras testemunham acerca da eficácia do sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é capaz de nos purificar de &#8216;todo pecado&#8217; (cf. 1Jo 1, 7). A doutrina bíblica enfatiza que, mediante seu sacrifício vicário, Jesus Cristo a si mesmo se deu por nós, a fim de &#8216;remir-nos de toda a iniquidade&#8217; (Tt 2, 14; cf. Hb 9, 28; 10, 14; 1Jo3, 5). Tendo sido transpassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades, ao levar sobre si o castigo que nos era devido (Is 53, 5; 1Pd 2, 24 compare com Mt 1, 21; Lc 1, 77; 2Cor 5, 20-21; Jo 1, 29). Por isso, creio que nossos irmãos &#8211; aqueles que já estão gozando da presença do Senhor &#8211; não estão no céu por terem sido purificados pelo fogo de um suposto purgatório, como supõe os católicos romanos&#8221;.</p>
<p>Jesus Cristo, por sua Paixão, morte e ressurreição, nos mereceu o ingresso na vida eterna. Todavia Ele não impõe a salvação; espera, antes, que a criatura a aceite livremente. Esta aceitação tem por termo final a visão de Deus face-a-face. Ora, para chegar a tal termo, requer-se que a criatura elimine da sua alma todo resquício de pecado, pois qualquer sombra de pecado é incompatível com a santidade de Deus&#8230; Daí a necessidade que incumbe a cada cristão de eliminar do seu coração toda desordem que nele fica mesmo depois de perdoado o pecado; têm que desaparecer as raízes da impaciência, da maledicência, da preguiça&#8230; Esta purificação se faz ou na vida presente mediante a ascese vigilante ou na vida póstuma (no purgatório).</p>
<p>Dir-se-á: mas Cristo já não satisfez por nós, obtendo-nos o perdão dos pecados? &#8211; Respondemos que Cristo já nos obteve o perdão, que é dado a quem o pede sinceramente; mas o perdão no foro religioso difere do perdão no foro civil. Neste, quando o juiz declara absolvido o réu, o indivíduo absolvido não deve mais nada à Justiça; continuará sua vida portador das mesmas paixões que o levaram ao crime. No foro religioso o perdão implica o total apagamento das raízes do pecado perdoado,&#8230; apagamento que fica a cargo da pessoa absolvida porque a visão de Deus face-a-face o exige. Com outras palavras: o perdão de Deus exige uma renovação ontológica e não fica apenas no foro jurídico.</p>
<p>O purgatório não é um lugar de fogo ardente, mas é um estado de alma, em que o indivíduo se arrepende radicalmente de qualquer desordem cometida no seu relacionamento com Deus. A crença na existência desse estado já era professada pelo povo judeu, do qual passou para os cristãos; ver 2Mc 12, 38-45. Lutero rejeitou tal livro, que se encontrava na Bíblia tradicional.</p>
<p>Conclusão</p>
<p>O panfleto em fico apresenta 19 outras razões para não ser católico; são quase todas iguais entre si e baseiam-se na pretensão de que o protestante segue somente a Bíblia; aceita unicamente argumentos bíblicos para dirimir dúvidas ocorrentes. Peça-se-lhe então que responda pela Bíblia uma questão fundamental de criteriologia: onde é que a Bíblia responde à pergunta: os livros sagrados são 66 (como dizem os protestantes) ou 73 (como dizem os católicos)? Onde é que a Bíblia define o seu catálogo?</p>
<p>Caso não possa responder pela Bíblia, reconheça o irmão que está enganado e deixe de formular objeções contra os católicos &#8220;somente a partir da Bíblia&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Entre roupas evangélicas e mentes evangélicas por bonequinha de luxo</title>
		<link>http://www.jocumeiros.com/entre-roupas-evangelicas-e-mentes-evangelicas/comment-page-2#comment-949</link>
		<dc:creator>bonequinha de luxo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 02:36:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.jocumeiros.com/2007/11/21/entre-roupas-evangelicas-e-mentes-evangelicas/#comment-949</guid>
		<description>CONCOR  PLENAMENTE  COM  VC   ISSO  E ABISSOLULTAMENTE  INCRIVEL</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>CONCOR  PLENAMENTE  COM  VC   ISSO  E ABISSOLULTAMENTE  INCRIVEL</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Entre roupas evangélicas e mentes evangélicas por bonequinha de luxo</title>
		<link>http://www.jocumeiros.com/entre-roupas-evangelicas-e-mentes-evangelicas/comment-page-2#comment-948</link>
		<dc:creator>bonequinha de luxo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 02:33:14 +0000</pubDate>
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		<description>EU  ADOREI  TUDO   ISSO  E  INCRIVEL   ESSAS  COISAS  EVANGELICAS</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>EU  ADOREI  TUDO   ISSO  E  INCRIVEL   ESSAS  COISAS  EVANGELICAS</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Nosso Encontro com o Dom por HellynhoGenesis</title>
		<link>http://www.jocumeiros.com/nosso-encontro-com-o-dom/comment-page-1#comment-947</link>
		<dc:creator>HellynhoGenesis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 03:03:12 +0000</pubDate>
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		<description>Edson Ribeiro, vc é uma pessoa que escreve muito bem, seu texto é de alto nível, {não tão quanto o da pessoa a quem vc atribui &quot;defeitos psicológicos&quot; (olha que eu estou sendo imparcial)}. Mas seria muito mais proveitoso se vc, ao invéz de ensinar resinhas (me refiro a essa - “Mãe minha, Mãe Divina, elimine de mim estes defeitos psicológicos, pulverize-os”) apresente defeitos reais e soluções para os mesmos. A bíblia diz em Provérbios 15, Vers. 4: Uma língua saudável é árvore de vida, mas a perversidade nela quebranta o espírito. Acho que se nós dois (estou me incluindo para não parecer ofencivo) orarmos e estudarmos anos e anos a fio com perseverança, pedindo a DEUS sabedoria, (e ELE nos ouvir, claro...) poderemos pelo menos formular uma crítica decente a uma pessoa com tamanha capacidade intelectual. DEUS te ilumine... Um abraço...
Helynho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Edson Ribeiro, vc é uma pessoa que escreve muito bem, seu texto é de alto nível, {não tão quanto o da pessoa a quem vc atribui &#8220;defeitos psicológicos&#8221; (olha que eu estou sendo imparcial)}. Mas seria muito mais proveitoso se vc, ao invéz de ensinar resinhas (me refiro a essa &#8211; “Mãe minha, Mãe Divina, elimine de mim estes defeitos psicológicos, pulverize-os”) apresente defeitos reais e soluções para os mesmos. A bíblia diz em Provérbios 15, Vers. 4: Uma língua saudável é árvore de vida, mas a perversidade nela quebranta o espírito. Acho que se nós dois (estou me incluindo para não parecer ofencivo) orarmos e estudarmos anos e anos a fio com perseverança, pedindo a DEUS sabedoria, (e ELE nos ouvir, claro&#8230;) poderemos pelo menos formular uma crítica decente a uma pessoa com tamanha capacidade intelectual. DEUS te ilumine&#8230; Um abraço&#8230;<br />
Helynho</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Nosso Encontro com o Dom por braulia</title>
		<link>http://www.jocumeiros.com/nosso-encontro-com-o-dom/comment-page-1#comment-944</link>
		<dc:creator>braulia</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 19:38:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.jocumeiros.com/2008/02/03/nosso-encontro-com-o-dom/#comment-944</guid>
		<description>Oi Pr. Daniel, nao sei se vc ja viu meu email, mas é braulia@gmail.com. Se vc me escrever por ele, poderemos nos comunicar.... Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Pr. Daniel, nao sei se vc ja viu meu email, mas é <a href="mailto:braulia@gmail.com"   >braulia@gmail.com</a>. Se vc me escrever por ele, poderemos nos comunicar&#8230;. Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Antes de Fazer Eted por Jose cavipui Avelino</title>
		<link>http://www.jocumeiros.com/antes-eted/comment-page-2#comment-941</link>
		<dc:creator>Jose cavipui Avelino</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 20:25:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.jocumeiros.com/2007/07/01/antes-eted/#comment-941</guid>
		<description>eu sou Angolano e quero fazer a eted no Brasil o que eu devo fazer</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu sou Angolano e quero fazer a eted no Brasil o que eu devo fazer</p>
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		<title>Comentário sobre Nosso Encontro com o Dom por Edson Ribeiro</title>
		<link>http://www.jocumeiros.com/nosso-encontro-com-o-dom/comment-page-1#comment-940</link>
		<dc:creator>Edson Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 12:00:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.jocumeiros.com/2008/02/03/nosso-encontro-com-o-dom/#comment-940</guid>
		<description>Parabéns ao &quot;Vagner - 17 de março de 2010&quot; que escreveu acertado e principalmente, pouco.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns ao &#8220;Vagner &#8211; 17 de março de 2010&#8243; que escreveu acertado e principalmente, pouco.</p>
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