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Secular ou Sagrado? A Espiritualidade de uma Ciclovia

Posted by on 2 02UTC janeiro 02UTC 2012 | 4 comments

Secular ou Sagrado? A Espiritualidade de uma Ciclovia

Tenho um pé de carambola no quintal que dá o ano inteiro. Tenho orgulho deste quintal com sete tipos diferentes de frutas. Custou pra crescer neste solo desértico da Amazônia. Desértico sim, infelizmente, o solo daqui quando se tira a floresta nativa. Sobra nada quase, o sol escaldante, e as plantas teimosas da capoeira. Chegamos nesta terra a mata já havia sido tirada, nos sobrou o capoeiral. Depois de anos o  capoeiral virou pomar e olho para sua abundância com uma surpresa constante. Redenção é  possível para a terra também. Mas só existe um certo número de coisas que se pode fazer com carambola. Dá pra fazer suco, doce, geléia, com um certo esforço dá pra colocar em...

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Uma palavra as mulheres

Posted by on 23 23UTC novembro 23UTC 2007 | 19 comments

Uma palavra as mulheres

Uma jornada no “campo masculino” entre Henris, Zés e Déboras Como homens estatísticamente lêem menos que mulheres, (o que será que é isto? Estão contando rótulos de produtos do supermercado, listas de compras, ou será que fazemos melhor uso do pouquíssimo tempo que temos?) com um título destes estaremos totalmente à vontade aqui para fofocarmos no nosso clube da Luluzinha. Estou começando agora a exercer uma liderança nacional para a missão e me sinto engatinhando em um terreno quase que totalmente masculino. É uma sensação estranha, é como estar fora de seu país tentando falar uma língua estrangeira, ou estar como uma criança nadando numa piscina de...

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Igrejas locais X Agências Missionárias?

Posted by on 22 22UTC novembro 22UTC 2007 | 24 comments

Igrejas locais X Agências Missionárias?

A questão parceria ou auto-suficiência vai além do aspecto teológico. Chega até à nossa cosmovisão, ao nosso universo conceitual. O que é igreja para nós? Este discurso é muito comum na igreja brasileira. Se você quer saber mais sobre este assunto leia este artigo. Ele vai te ajudar a entender melhor o corpo de Cristo e a relação missão/igreja local… SOBRE A NECESSIDADE DE SE REINVENTAR A RODA O tema: “parceria com agências missionárias” X “igrejas auto-suficientes” tem sido intensamente debatido no Brasil, mas parece que não necessariamente entendido ou resolvido. Muitos pastores e missionários, ora ouvindo um lado, ora ao outro rezam pela cartilha do modismo do...

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Sobre liderança

Posted by on 20 20UTC novembro 20UTC 2007 | 8 comments

Sobre liderança

Os critérios de Jesus parecem ser diferentes dos nossos. Alguns dos chamados eram profissionais, outros jovens, outros até supostos corruptos de carteirinha. Treinar jovens? – Ah… muito trabalho. – Indígenas? – Ah muito complexo… – Adultos maduros? – Ah, são muito rígidos difícil de mudar… Parece que deste jeito nunca vamos encontrar ninguém para a missão. Quem é o missionário ideal? Para começar a inumerar as qualidades do missionário ideal e ditar as regras de quem deveria ou não fazer missões, eu teria pretender ser melhor que o próprio Jesus. Os doze que Jesus escolheu como principais líderes na proclamação do...

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Vem dançar comigo, Jesus!

Posted by on 19 19UTC novembro 19UTC 2007 | 24 comments

Vem dançar comigo, Jesus!

Jesus orou para que, estando no mundo, ficássemos livres do mal, Mais do que uma canção sobre a redenção de uma mulher mal amada, “Valsinha”1 pode cantar também a graça e ser o fundo musical da redenção cultural da igreja de Cristo no Brasil de hoje. Por vários anos, estivemos como que dormindo. Nosso vestido de festa no armário, um complexo de inferioridade acachapante, um gemido sufocado por canção. Apesar de estarmos crescendo, sempre nos sentíamos menores, copiávamos teologias e modismos estrangeiros, espelhávamos nossas igrejas nas de outras terras, enviávamos nossos filhos para estudar fora como que necessitando de uma legitimidade estrangeira que não se achava...

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Sou a criatura do que vejo

Posted by on 19 19UTC novembro 19UTC 2007 | 4 comments

Sou a criatura do que vejo

Lembra-se daquele cego que Jesus curou primeiro parcialmente, depois totalmente? Primeiro ele viu pessoas como árvores. Alicja Iwanska, citada num livro de Paul Hiebert, diz que temos a tendência de ver pessoas que não são parte do nosso contexto social imediato como parte da paisagem, ou um pedaço de mobília(1). Creio que ver as pessoas assim é ver como o cego: “Vejo pessoas; elas parecem árvores andando” (Mc 8.24, NVI). Jesus precisou curá-lo duas vezes para que ele ficasse livre desse problema. Um dia, durante o culto semanal de nosso grupo missionário, recebi esta cura. No louvor, uma alemã hipponga, de trinta e poucos anos, tocava violino. Ela e o marido têm quatro...

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